
"Foi em Alcochete na última corrida da feira no passado dia 13 de Agosto. Decidiu abrir praça como é seu apanágio e pegar o toiro de Rio Frio que saiu em sorte, na reunião um ferro curto embateu com violência na face provocando uma lesão de muita gravidade no olho. Transferido para o Hospital de São José esteve a ser operado durante mais de 7 horas, sendo o diagnóstico de recuperar a vista muito reservado."
(excerto de http://www.tauromania.pt/noticias_detail.php?typ=breves&aID=3789)
Há coisas que não se podem prever, como os acidentes. Mas que se podem prevenir.
Quantos mais acidentes serão precisos para que, de uma vez por todas, se faça algo em prol da segurança dos forcados??
Num colóquio em Alcochete há uns meses atrás
Quantos mais acidentes serão precisos para que, de uma vez por todas, se faça algo em prol da segurança dos forcados??
Num colóquio em Alcochete há uns meses atrás
o João foi uma das pessoas que elogiou os Ferros Compridos de Segurança e que realçou a necessidade de se apostar na segurança dos forcados. É certo que se tratou de um ferro curto e não de um comprido, mas não podendo prever os acidentes há que preveni-los. Os Ferros Compridos de Segurança resolvem o problema das quebras e as bandarilhas à espanhola evitam este tipo de acidentes...
Ficamos à espera que, de uma vez por todas, se reveja e actualize o Regulamento Taurino e que Pottier, presidente da A.N.G.F., cumpra o prometido (já que os demais não o fizeram...) e trate do teste aos Ferros Compridos de Segurança.
Ficamos à espera que, de uma vez por todas, se reveja e actualize o Regulamento Taurino e que Pottier, presidente da A.N.G.F., cumpra o prometido (já que os demais não o fizeram...) e trate do teste aos Ferros Compridos de Segurança.
Rápidas melhoras João!

